21 de julho de 2009

Selo "Olha que blog maneiro"


Regras:

1 Exiba a imagem do selo "Olha que blog maneiro"
2 Poste o link do blog que o indicou
3 Indique 6 blogs da sua preferência
4 Avise seus indicados
5 Publique as regras
6 Confira se os blogs indicados repassam o selo e as regras


O selo foi-me oferecido por Sandro M. Gomes autor do Blog Horas mortas... avivadas por um amor (im)possível!, a quem deixo mais uma vez os meus agradecimentos!

Os meus 6 indicados:

http://queridaamelie.blogspot.com/

http://neonopaisdamatrix.blogspot.com/ Transcendencia

http://www.pontoblogue.com/ Blog

http://espacoliterarte.blogspot.com/

http://plurissignificativo.blogspot.com/

http://almatua.blogspot.com/

Vale a pena conferir......bjs

2 comentários:

Jorge C. Reis disse...

Paula
Obrigado pela distinção. Um beijinho

Clédson Miranda disse...

“Felicidade é uma casinha simplesinha com gerânios em flor na janela...” (Fernendo Pessoa)


Olá, querida Paulinha!

Obrigado pelo “selo”... resolvi não listar os meus blogs preferidos... são tantos que acho que cometeria alguma injustiça!

Quando li o seu perfil aqui no “Pesponteando...” (a minha velha mãe fala "pespontando"!), vi que você diz que se sente “útil” ao escrever. Há algum tempo em minha vida, lá pelos idos dos meus vinte e pouquíssimos anos, resolvi ser inútil, dizer coisas inúteis, fazer coisas inúteis, pensar coisas inúteis... escrever coisas inúteis.

Para mim, é justamente na diferença que faço a minha silenciosa revolução. E, num mundo pautado em utilidades, tudo fica reduzido a este critério: os acontecimentos, as relações, as pessoas...

Cursei duas faculdades inúteis, fiz uma especialização inútil, fiz um mestrado inútil, estou me preparando para, no final deste ano, me submeter ao processo seletivo de um doutorado inútil, pesquiso coisas inúteis, estou escrevendo um livro inútil... vivo uma vida inútil! Hoje, por exemplo, dei-me de presente a inutilidade de passar a tarde toda cuidando do meu jardim e dando especial atenção às inúteis flores amarelo-alaranjadas que do meu jasmineiro brotaram. Depois, sentei-me no banco da varanda para, inutilmente, olhá-las um pouco de longe... depois estendi-me na rede que também fica na varanda para ler um pouco da Adélia Prado (outra inutilidade que amo fazer!). Preciso dessa inutilidade que me é vital... somente assim me completo... somente assim sou feliz!

E por falar em inutilidade, escrevi um texto (há muito tempo) que penso ser ainda atual. Trata-se de uma espécie de crônica sobre a (in)utilidade das coisas e de como elas estão presentes em nossa vida cotidiana. Eles está postado no Transcendência, eis o link: http://neonopaisdamatrix.blogspot.com/2008/01/de-filosofices-e-inutilidades.html . Espero que a leitura deste texto possa lhe trazer muitas reflexões interessantes, pois partilhamos de um universo simbólico muito parecido.

Assim, querida Paula, se me ressalvo o direito de lhe fazer alguma espécie de admoestação, digo-lhe com franqueza: seja inútil... viva inutilmente!

Abraços ternos, minha querida,
Clédson Miranda