3 de outubro de 2009

Uma semana sem leitura dá nisso...etá resfriado maldito!


Há tempo em que as palavras se perdem no caminho mas elas existem e persistem pois de alguma forma deixam o sinal de sua existência A falta de existência nada mais é do que a certeza do existir Como poderíamos sentir falta de algo que nunca provamos Estou cansada do mundo regrado limitado onde todos delimitam nossas fronteiras territoriais Meu lugar é o mundo não uma parte dele Quero ser tudo Quero provar tudo Quero me perder e quem sabe me achar nesse sumiço Quero ouvir tudo dizer tudo até encontrar as palavras perdidas que o tempo me furtou Às vezes tão inatingível como as estrelas de Quintana que enfeitam o caminho



19 de setembro de 2009

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"


"Um dia

Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela…
Um dia nós percebemos que as mulheres tem extinto “caçador” e fazem qualquer homem sofrer…
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável…
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples…
Um dia percebemos que o comum não nos atrai…
um dia saberemos que ser classificado como “bonzinho” não é bom…
Um dia percebemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você…
Um dia saberemos a importância da frase ” Tu se tornas eternamente responsável por aquilo que cativas…”
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém mas não damos valor a isso…
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais…
Enfim… um dia descobrimos que apesar de viver quase 1 século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer tudo o que tem que ser dito…
O jeito é: ou nos conformarmos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutarmos para realizar todas as nossas loucuras…
Quem não compreender um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."

*>Mário Quintana<*

Entrei pela noite, numa estranha solidão. Solidão dos outros, e, principalmente, de mim mesma.



17 de setembro de 2009

E ficaram juntos na morte...





























Se conheceram. Se amaram. E ficaram juntos até na
morte.

Ontem conheci Abelardo e Heloísa.

Conhecidos como os amantes imortais, ambos viveram em Paris no século XII. O romance entre Heloísa e o filósofo Pedro Abelardo iniciou-se em Paris, no período entre o final da Idade Média e o início da Renascença.

"Fujo para longe de ti,
evitando-te como a um inimigo,
mas incessantemente
te procuro em meu pensamento.
Trago tua imagem em minha memória
e assim me traio e contradigo,
eu te odeio, eu te amo."
Carta de Abelardo a Heloísa.

"É certo que quanto maior é a
causa da dor, maior se faz
a necessidade de para ela
encontrar consolo, e este
ninguém pode me dar, além de ti.
Tu és a causa de minha pena,
e só tu podes me proporcionar conforto.
Só tu tens o poder de me entristecer,
de me fazer feliz ou trazer consolo."
Carta de Heloísa a Abelardo

Em nome de Deus. Direção Clive Donner
. 1988.

No filme não há apenas lugar para a linda história de amor. A hegemonia da Igreja e seu controle sobre a verdade, sobre Deus, sobre o certo e o errado estão em pauta. Além disso, muitas outras formas de amar são demonstradas na trama. Vale a pena conferir!